| “Tudo o que eu sei aprendi no Jardim de Infância.” | ||||
| Grande parte das coisas que preciso de saber sobre a vida, sobre o que fazer e como ser, aprendi no jardim de infância... - A sabedoria, afinal, não estava no topo de uma montanha chamada Universidade mas sim na caixa de areia da minha escola. - Eis as coisas que aprendi: a compartilhar... a não fazer batota...a não magoar os outros... a arrumar o que desarrumei... e a limpar o que sujei. - A não tirar o que me pertence, a pedir desculpa quando magoo alguém. - A lavar as mãos antes de comer. A puxar o autoclismo. - Aprendi que o leite faz bem á saúde. Aprendi a aprender, a pensar e também que desenhar, pintar, cantar e dançar era bom... a dormir a sesta...a Ter cuidado com o trânsito ... a dar a mão, a ser solidário. - Vi a semente a crescer no copo de plástico; as raízes descem e a planta, sobe embora não saiba porquê, gosta-se. - Os peixes dourados, os hamsters, os ratinhos brancos...(e mesmo a planta no copo de plástico) morrem. Nós também. - E lembro-me dos primeiros livros, da primeira palavra que aprendi: vê! É isso que tenho feito sempre. - Se todos- em todo o mundo- tivessem tomado um copo de leite às quatro da tarde, depois de terem dormido a sesta, o mundo estaria bem melhor. - Ou se houvesse uma política de base no nosso país- e em todos os outros- de devolver o que não é nosso e de limpar o que sujamos. - E também sei que é verdade, que ainda é verdade, que no mundo o melhor é dar as mãos... e ficarmos juntos. | ||||
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domingo, 12 de abril de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Não esqueça sua estrela...Feliz 2009!!!
Uma para cada pessoa
Era uma árvore diferente de todas as árvores. Não dava maçãs. Não dava laranjas. Não dava cerejas. Dava estrelas.
Estrelas azuis, douradas, verdes, vermelhas, prateadas. Para as apanhar não era preciso trepar à árvore, nem encostar-lhe uma escada ao tronco.
Todas as manhãs a árvore sacudia os ramos, e as estrelas caíam no chão para quem as quisesse.
Havia pessoas, que, vendo-as tão lindas, apanhavam-nas e iam para casa muito alegres com as algibeiras cheias de estrelas. Mas havia também gente apressada que passava ao volante do seu automóvel e nem as via.
Como havia gente que andava a pé mas nem olhava para o alto nem olhava para o chão, só olhava para dentro, e por isso também não reparava nelas. E havia outras que se divertiam a fazer pontaria às estrelas; quando lhes acertavam, as estrelas apagavam-se como um gritinho de cristal partido. Que pena!
Mas o vento pegava nas que ficavam esquecidas, e levava-as consigo pelos ares fora. E atirava-as para dentro das casas através das janelas abertas. Deitava-as pela chaminé das casas que tinham as janelas fechadas. Ou deixava-as dependuradas numa beirinha do telhado onde ficavam a baloiçar como sinos pequeninos.
E as pessoas que tinham enchido as algibeiras de estrelas, repartiam-nas com os vizinhos distraídos e apressados.
Isto, todos os dias. Sempre. Porque a árvore das estrelas dava tantas que chegavam para todos.
Até ao dia em que cada pessoa do mundo tivesse a sua estrela.
Então o mundo seria feliz.
Maria Isabel Mendonça Soares
Conceição Dinis; Fátima Lima (org.)Aventura das LetrasPorto, Porto Editora, 2003
(extraido do blog www.contadoresdehistorias.wordpress.com
Era uma árvore diferente de todas as árvores. Não dava maçãs. Não dava laranjas. Não dava cerejas. Dava estrelas.
Estrelas azuis, douradas, verdes, vermelhas, prateadas. Para as apanhar não era preciso trepar à árvore, nem encostar-lhe uma escada ao tronco.
Todas as manhãs a árvore sacudia os ramos, e as estrelas caíam no chão para quem as quisesse.
Havia pessoas, que, vendo-as tão lindas, apanhavam-nas e iam para casa muito alegres com as algibeiras cheias de estrelas. Mas havia também gente apressada que passava ao volante do seu automóvel e nem as via.
Como havia gente que andava a pé mas nem olhava para o alto nem olhava para o chão, só olhava para dentro, e por isso também não reparava nelas. E havia outras que se divertiam a fazer pontaria às estrelas; quando lhes acertavam, as estrelas apagavam-se como um gritinho de cristal partido. Que pena!
Mas o vento pegava nas que ficavam esquecidas, e levava-as consigo pelos ares fora. E atirava-as para dentro das casas através das janelas abertas. Deitava-as pela chaminé das casas que tinham as janelas fechadas. Ou deixava-as dependuradas numa beirinha do telhado onde ficavam a baloiçar como sinos pequeninos.
E as pessoas que tinham enchido as algibeiras de estrelas, repartiam-nas com os vizinhos distraídos e apressados.
Isto, todos os dias. Sempre. Porque a árvore das estrelas dava tantas que chegavam para todos.
Até ao dia em que cada pessoa do mundo tivesse a sua estrela.
Então o mundo seria feliz.
Maria Isabel Mendonça Soares
Conceição Dinis; Fátima Lima (org.)Aventura das LetrasPorto, Porto Editora, 2003
(extraido do blog www.contadoresdehistorias.wordpress.com
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
AUTO DE NATAL 2008
Este é o terceiro ano que realizamos nosso Auto de Natal: uma alegre cantata natalina idealizada pela professora Helena Verônica e abraçada por toda equipe escolar , que se dispõe ano a ano na escolha das musicas, ensaios, confecção de cenário e vestimentas. No evento temos também a representação do presépio, sugestão trazida pela direção da escola e acolhida pelo grupo. Um verdadeiro espírito natalino, manifesto na união, empenho, disposição de toda comunidade!
FELIZ NATAL!!!
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Quem sou eu
- CCII Jornalista José de Moura Santos
- O Centro de Convivência Integrado "Jornalista José de Moura Santos", localiza-se na rua Guaratinga,362, no bairro Jardim Piatã I, no municipio de Mogi das Cruzes. Atendemos cerca de 260 a 270 crianças, com idade entre 0 a 6 anos, nas seguintes modalidades: .Creche(integral),das 7h30 ás 17h e pré-escola. .Educação Infantil(parcial). Este Centro de Convivência Integrado Infantil foi inaugurado em 11 de setembro de 1998 em resposta ao crescimento populacional do bairro e a necessidade de atender a população com Educação de Qualidade e compromisso com a formação social e construção da cidadania.